22 de setembro de 2008
A volta ao dia em 80 mundos – Tomo I 007
17 de setembro de 2008
Tao Magic 002
"(...) once the talismanic calligraphy had been completed by the Taoist priest, who would usually reproduce a canonical prototype, all this spiritual power was immediately transferred to the talisman. It was then used by the individual as a kind of ritual object to retain his direct contact with the spirit.
(...) the Chinese civilization has always shown reluctance to adopt an alphabetic script.
(...) These notes of 'paper-money' were reproduced many thousands of times in the course of a single genaration, only to be used for a single day in a given hour of the magic rite. The highly perishabel material of which they were made was itself a constant reminder of the the cardinal Taoist teaching: the principle of Eternal Change which governs the whole universe. (...)" pág 9
10 de setembro de 2008
Tao Magic 001
"(...) Yet Taoist calligraphy, as I shall be showing, has been of first importance in China (...)"
"Taoist graphic art was first and foremost a pratical magic, enabling man to communicate with the spirit world and influence the workings of the invisible forces of nature for his own benefit. (...)"
"On a deeper philosophical level, the diagrams may be understood as embodying the concepts of Taoist philosophy. They are to help us harmonize (...), the yin and yang, within ourselves, (...). At the most profound level of all, they point the way to the core of Chinese mysticism. We can intuit the truth that reality is not a succession of separate moments (...), but a seamless web of eternal change (...); that 'being' and 'non-being' are complementary (...) The final goal of the Taoist mystic is to penetrate beyond ordnary 'reality' to reach (...) the Tao." pág 7 e 8
Tao Magic
Thames and Hudson, London
"The secret language of diagrams and calligraphy"
Em resumo:
Um livro que fala da caligrafia Taoísta como caminho alquímico.
Palavra-chave: Tao, Taoísmo, caligrafia, alquimia.
Idioma: inglês
9 de setembro de 2008
Livros-Objeto Fala-Forma 001
"(...)No Brasil, estas experiências nascem do encontro entre poetas e artistas plásticos nos períodos Concreto e Neoconcreto nos anos 50/60. Foi nesses momentos que o cenário brasileiro começou a demonstrar gosto pelo Livro-objeto. Estas experiências foram fundamentais para sublinhar aspectos formais e sonoros das palavras e estabelecem uma integração cada vez mais estreita entre imagem e palavra.(...)explorando a forma enquanto narrativa." pág 16 e 17
"(...)Em decorrência desse período, surgem os Livros-objeto de Augusto de Campos
e Julio Plaza (Poemóbiles, Objetos Poemas e Caixa Preta). (...)Lygia Clark, Artur Barrio, Antonio Dias, Mira Schendel, Waltercio Caldas, Alex Hambúrguer, Renina Katz e Lygia Pape são alguns dos artistas brasileiros que produziram Livros-objeto.(...)“dentre os brasileiros, Waltercio foi quem mais produziu obras-livro de
maneira mais sistemática”." pág 17
"(...)a razão primordial de ser do livro é a de
transmitir conhecimentos. Estes conhecimentos há tempos extrapolaram sua leitura
textual e foram sistematicamente potencializados com imagens e vice-versa. Unindo-se
às experiências apresentadas, o design gráfico se mostrou como campo de ação
importante no sentido de abrir caminho para outras interações e não apenas da leitura
do texto." pág 17
"(...)Tradicionalmente como é conhecido, há muito solicita a atenção do leitor para elementos que não estão no conteúdo do texto propriamente dito. Basta observar o cuidado de seus confeccionadores na escolha do papel, da tipografia, na encadernação, no formato, na inserção das ilustrações e na diagramação que oferece uma enorme gama de possibilidades de configuração. As experimentações buscaram desdobramentos em sua forma, funcionalidade, materialidade, articulando inúmeras possibilidades na imagem, escrita e meio." pág 18
Livros-Objeto Fala-Forma
Tese de Mestrado
Faculdade de Letras da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ
Em resumo:
"Análise crítica de uma série de trabalhos realizados pelo artista plástico Waltercio Caldas denominados de Livros-objeto, constituídos a partir de elementos advindos de dois sistemas de linguagem, a escrita e a imagem. Contextualização deste segmento de produção no espaço contemporâneo e conceituação da leitura que este tipo de trabalho sugere."
Palavra-chave: Livro-objeto
8 de setembro de 2008
A volta ao dia em 80 mundos – Tomo I 006
A volta ao dia em 80 mundos – Tomo I 005
A volta ao dia em 80 mundos – Tomo I 004
"Maneira simplérrima de destruir uma cidade
Esperar, escondido no gramado, que uma grande nuvem da espécie cúmulo se situe sobre a cidade detestada. Disparar então a flecha petrificadora, a nuvem se transforma em mármore e o resto não merece comentário." pág 17
A volta ao dia em 80 mundos – Tomo I 003
* Teodoro W. Adorno, o gato.
A volta ao dia em 80 mundos – rascunho sobre a nuvem de Magritte
7 de setembro de 2008
A volta ao dia em 80 mundos – rascunho sobre cronópios
Pesquisando sobre Cronópios, encontrei esse texto no blog Poeta do Silêncio e achei esclarecedor.
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"CRONÓPIO OU FAMA?
Você sabe o que é um cronópio? Você sabe o que é um Fama?
São duas maneiras de classificar dois tipos de pessoas completamente diferentes.
Os Famas são uma alegoria das pessoas que gostam de um mundo muito ordenado, sempre olham no relógio pra tudo, são muito organizadas e por isso se irritam facilmente.
Os Cronópios são pessoas alegres, sonhadoras, criativas, e por essas características acabam por viver poeticamente o mundo.
Histórias de Cronópios e de Famas é um livro bem humorado do Júlio Cortázar, mas que ao mesmo, nas entrelinhas se evidencia uma deliciosa concepção filosófica do mundo, que se relaciona com a forma cartesiana de pensar.
Papo filosófico à parte, leia um trecho do livro literalmente citado.
VIAJES
Cuando los famas salen de viaje, sus costumbres al pernoctar en una ciudad son las siguientes: Un fama va al hotel y averigua cautelosamente los precios, la calidad de las sábanas y el color de las alfombras. El segundo se traslada a la comisaría y labra un acta declarando los muebles e inmuebles de los tres, así como el inventario del contenido de sus valijas. El tercer fama va al hospital y copia las listas de los médicos de guardia y sus especialidades. Terminadas estas diligencias, los viajeros se reúnen en la plaza mayor de la ciudad, se comunican sus observaciones, y entran en el café a beber un aperitivo. Pero antes se toman de las manos y danzan en ronda. Esta danza recibe el nombre de "Alegría de los famas".Cuando los cronopios van de viaje, encuentran los hoteles llenos, los trenes ya se han marchado, llueve a gritos, y los taxis no quieren llevarlos o les cobran precios altísimos. Los cronopios no se desaniman porque creen firmemente que estas cosas les ocurren a todos, y a la hora de dormir se dicen unos a otros: "La hermosa ciudad, la hermosísima ciudad". Y sueñan toda la noche que en la ciudad hay grandes fiestas y que ellos están invitados. Al otro día se levantan contentísimos, y así es como viajan los cronopios. Las esperanzas, sedentarias, se dejan viajar por las cosas y los hombres, y son como las estatuas que hay que ir a verlas porque ellas ni se molestan. "
A volta ao dia em 80 mundos – Tomo I 001
"Tudo que vem a seguir participa o máximo possível (...) dessa resoiração de esponja em que continuamente entram e saem peixes de lembrança, alianças fulminantes de tempos e estados e matérias que a seriedade, uma senhora ouvida em excesso, consideraria inconciláveis (...)" pág 9
"Já se deve ter notado que aqui chovem citações, e isto não é nada perto do que vem pela frente, ou seja, quase tudo. (...) citar é citar-se, com já disseram e fizeram mais de meia dúzia, com a diferença de que os pedantes citam porque veste bem e os cronópios porque são terrívelmente egoístas e querem monopolizar seus amigos (...), Robert Lebel por exemplo, que descreve perfeitamente este livro quando diz: 'Tudo o que se vê neste quarto, ou melhor, neste depósito, foi deixado pelos inquilinos anteriores; (...). A diversidade de sua natureza não me permite ficar restrito a uma reflexão unilateral, (...) minha imaginação se expõe menos a ficar marcando passo' (1) (...)." pág 11 e 13
(1) Robert Lebel, La double vue.
A volta ao dia em 80 mundos – Tomo I
Editora Civilização Brasileira
Palavra-chave: Literatura Argentina
28 de agosto de 2008
Tipografia: uma apresentação 008
26 de agosto de 2008
Tipografia: uma apresentação 007
Diversamente ao que ocorre no texto impresso, a informação na tela pode ser apresentada de modo dinâmico, mutável e com o seu conteúdo constantemente atualizado, (...) A leitura em telas é, em geral, mais lenta do que a realizada sobre papel. Os requisitos de tamanho e de desenho dos caracteres são peculiares.
Esse recente e fascinante campo da tipografia, com muito a desvendar, está fora do âmbito deste trabalho." pág 18
25 de agosto de 2008
Tipografia: uma apresentação 006
Tipógrafo — Contemporaneamente, o termo é utilizado para designar o próprio designer de tipo, (...) ele se referia ao profissional que fazia a conversão de texto, segundo as especificações, em um material que pudesse resultar em produto gráfico. Esse material viabilizava a impressão da peça gráfica pelo impressor.
O impositor ou compositor (typesetter) — (...) Referia-se ao profisional que fazia os procedimentos necessários no design gráfico para que ele se adeqüasse à tecnologia específica a ser utilizada. (...) Nos primórdios da imprensa, isso significava a colocação de cada tipo em uma ferramenta chamada componedor, no qual as linhas eram justapostas dentro de um espaço determinado, que seria o comprimento de linha. Assim, sucetivamente, eram montadas as linhas de texto. À medida que o trabalho se realizava, os conjuntos de tipos eram fixados entre si por um sistema de aperto. Esse conjunto de tipos, chamados rama, é que recebia o entintamento na impressão tipográfica. Atualmente, composição tipográfica significa a determinação digital dos parâmetros de aplicação do tipo. Se ainda utilizássemos o termo compositor, ele seria aquele que materializaria o projeto gráfico, de acordo com as suas especificações, aplicando o tipo no texto, na fase de editoração (realizada eletronicamente)." pág 16 e 17
15 de agosto de 2008
Tipografia: uma apresentação 005
Tipografia não é sinônimo de tipologia. Nos dicionários dignos de credibilidade, tipologia é o processo de classificação ou o estudo de um conjunto, qualquer que seja a natureza dos elementos que o compõem, (...)." pág 14 e 15
14 de agosto de 2008
Tipografia: uma apresentação 004
tipografia compreende o desenho e a produção de letras e a sua adequada distribuição e espacejamento sobre uma superfície (sobre tudo o papel e agora o monitor ou tela) para transmitir informação e facilitar a compreensão.
A tipografia deve colaborar, também, em outro aspecto da transmissão da mensagem em linguagem verbal escrita. Ele é o de suprir, com os recursos que lhe são próprios, a expressividade, a ênfase necessárias à comunicação, à semelhança do que ocorre na comunicação interpessoal, com os recursos de linguagem gestual (...) e da oral (as variações de altura, ritmo e tom da voz).
Uma outra função importante (...), estimular a sua percepção da estrutura subjacente ao texto, (...)." pág 14

