"(...)Nós, tímidos produtos da autocensura e da sorridente vigilância de amigos e críticos, nos limitamos a escrever memórias falsas, aparecendo em nossos romances à maneira de Frégoli. E se todo romancista sempre faz um pouco assim, porque está na própria natureza das coisas, nós permanecemos lá dentro, estabelecemos um domicílio legal nos nossos romances, e quando vamos para a rua somos uns senhores sem graça, preferentemente vestidos de azul-escuro. (...)." pág 20
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