"Desenho de tipo — Corresponde à superfície elevada que continha a imagem de um caractere tipógrafo quando fundido em metal. No inglês typeface, esta expressão é também usada para referir-se a um conjunto completo de caracteres, com um design ou estilos que mantenham características específicas comuns – o que, em português, chamamos de família.
Tipógrafo — Contemporaneamente, o termo é utilizado para designar o próprio designer de tipo, (...) ele se referia ao profissional que fazia a conversão de texto, segundo as especificações, em um material que pudesse resultar em produto gráfico. Esse material viabilizava a impressão da peça gráfica pelo impressor.
O impositor ou compositor (typesetter) — (...) Referia-se ao profisional que fazia os procedimentos necessários no design gráfico para que ele se adeqüasse à tecnologia específica a ser utilizada. (...) Nos primórdios da imprensa, isso significava a colocação de cada tipo em uma ferramenta chamada componedor, no qual as linhas eram justapostas dentro de um espaço determinado, que seria o comprimento de linha. Assim, sucetivamente, eram montadas as linhas de texto. À medida que o trabalho se realizava, os conjuntos de tipos eram fixados entre si por um sistema de aperto. Esse conjunto de tipos, chamados rama, é que recebia o entintamento na impressão tipográfica. Atualmente, composição tipográfica significa a determinação digital dos parâmetros de aplicação do tipo. Se ainda utilizássemos o termo compositor, ele seria aquele que materializaria o projeto gráfico, de acordo com as suas especificações, aplicando o tipo no texto, na fase de editoração (realizada eletronicamente)." pág 16 e 17
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