Prefácio à nova edição (1941)
Neste texto, Alexander diz ter a oportunidade de responder àqueles que lhe escreveram depois da primeira edição do livro.
Para ele, a maioria das dúvidas são oriundas da tentativa dos leitores de se auto-instruírem, tomando o livro como auto-ajuda. Ele adverte, portanto, que a auto-instrução no caso da técnica que ele propõe não é aconselhada. A presença de um professor é fundamental para ajudar o indivíduo no exercício de se perceber, visto que temos uma percepção equivocada de nós mesmos. Executar esse tarefa sozinho é árduo e tende ao fracasso.
"(...)qualquer tentativa de aplicação da minha técnica, é cortejar o fracasso continuar a depender da mesma 'sensação' que tem orientado o 'fazer' costumeiro, que 'parece certo', mas que está obviamente errado, já que nos induziu ao erro." pág 17
"Não podemos fazer isso* com segurança enquanto confiarmos na direção da 'sensação' e na vontade de fazer motivada por instintos, muitos dos quais já perderam a utilidade e estão associados a experiências enganosas que 'dão a sensação de estar ceras'." pág19
* Passar da teoria à prática.

Nenhum comentário:
Postar um comentário